Move Flow · Ciclo de 6 meses
Um ciclo individual de 6 meses, dentro de uma comunidade contínua, para mulheres que querem desenvolver a forma como conduzem a si mesmas, o próprio trabalho e as próprias relações profissionais.
Você já é reconhecida pela sua entrega. E mesmo assim sente que travou num ponto que estudar mais não resolve.
A partir de um certo nível de senioridade, a técnica já não é mais o centro do trabalho. O que separa uma profissional valorizada é a leitura de contexto, a comunicação de valor, a decisão, a influência, e a capacidade de sustentar posição quando alguém empurra na direção contrária.
Isso não se aprende com mais curso.
É esse trabalho que a Move Flow faz.
Pra quem é
Como funciona
O ciclo começa no seu primeiro encontro individual, não numa data de turma. A partir dali você entra numa comunidade que já está em movimento, e o trabalho se divide entre o que você faz no seu tempo e o que acontece ao vivo.
No seu tempo
Criado depois da formalização e antes da Discovery. Reúne boas-vindas, onboarding, calendário e informações dos encontros, gravações, registros dos individuais, acompanhamento do processo, espaço pra anotação, acordos e próximos passos. A estrutura é comum a todas. A leitura, as prioridades e os registros são seus.
A base comum de entrada: Fundamentos, Comunicação e Autoliderança. Constrói uma linguagem compartilhada sobre comportamento, responsabilidade, relação profissional, liderança e escolha. É prioritário, mas não tem prazo rígido, não tem prova e não bloqueia sua participação nos coletivos.
8 trilhas e 88 conteúdos disponíveis durante todo o seu ciclo. Não é curso linear. Você acessa quando uma situação do trabalho pede repertório, quando tem interesse num tema, como preparação pra um encontro, ou a partir de uma indicação da Carol depois da Discovery.
Ao vivo, sempre online
1 hora cada, com a Carol, ao longo do semestre. O conteúdo do segundo e do terceiro não é definido antecipadamente: eles respondem ao que estiver vivo no seu trabalho, seja mudança de contexto, padrão que se repete, conflito, decisão ou movimento concreto.
Alguns dias antes do encontro, você recebe no WhatsApp o pre-working: o tema daquele mês e o conteúdo da biblioteca pra ler ou revisitar. Você chega já com o repertório na mão, e por isso o encontro não repete a aula.
A hora e meia inteira é usada pra aterrissar aquilo no seu contexto: onde essa ferramenta encaixa na sua rotina, onde ela emperra no seu time, o que muda se você usar de outro jeito. Cada participante traz o próprio exemplo, e é nessa hora que fica visível como o mesmo tema aparece diferente em cada empresa, cada cargo e cada estrutura de poder.
Não tem pauta definida. Você chega com o que está acontecendo agora e levanta a mão: a conversa que você vem adiando há três semanas, o conflito entre duas pessoas do time, a decisão que precisa tomar sem ter todos os dados, a tarefa que você delegou e acabou retomando, o posicionamento que não consegue sustentar com a sua liderança.
A Carol conduz a leitura do caso, separando o que é contexto, o que é padrão seu e o que precisa virar decisão, conversa ou ação. Depois o grupo entra com repertório e experiência, porque quase sempre tem alguém ali que já passou por aquilo em outra empresa. Tudo dentro dos acordos de confidencialidade: o que é dito no Hot Seat fica no Hot Seat.
A linha do seu ciclo
Ao mesmo tempo, o coletivo continua rolando: 2 encontros por mês, quinzenais, 01:30h cada, durante 6 meses. Todos são gravados. As gravações dos coletivos ficam disponíveis pra você durante todo o ciclo ativo, e a gravação de cada individual é acessível só por você.
Entrada contínua
Os encontros coletivos não são aula sequencial. Não existe conteúdo perdido nem módulo que você precisa recuperar pra acompanhar o grupo. Cada encontro precisa fazer sentido pra quem acabou de entrar, pra quem está construindo algo agora e pra quem já passou pelo tema e volta com mais repertório.
Por isso você começa no momento que decidir, sem esperar abertura de turma e sem a sensação de estar chegando no meio de alguma coisa.
O que muda
Opera no automático e só percebe o padrão depois que ele já produziu consequência
Reconhece o padrão enquanto ele acontece e consegue escolher outra resposta
Centraliza a operação e retoma o que delegou
Desenvolve autonomia no time e sustenta a delegação
Adia conversa difícil ou entra nela sem estrutura
Comunica limite, expectativa e decisão com clareza
Oscila entre parecer dura demais e mole demais, sem achar o ponto
Encontra a própria forma de ser firme, sem precisar endurecer
Sente que precisa de uma personagem pra ocupar o espaço
Ocupa o espaço com a própria forma, sabendo quando ajustar e por quê
Decide por pressão, urgência ou reação
Decide com critério e sustenta a decisão sob resistência
Lê o desconforto profissional como falha pessoal
Separa o que é padrão seu, o que é contexto e o que é relação de poder
Espera que alguém enxergue o potencial dela
Constrói as condições pra que crescimento e reconhecimento sejam consequência
“Foi um divisor de águas na minha vida. Eu me vejo hoje num novo patamar de maturidade em relação à forma como eu lido com todas as questões da vida, não apenas profissionais, mas também pessoais.”C.Z. Consultora de Gestão da Mudança
Perguntas
Os 03 individuais existem exatamente pra isso: a leitura entra pelo seu contexto, não por um roteiro genérico. E o coletivo não é um espaço solto. Os encontros são temáticos, construídos ou a partir de um conteúdo da biblioteca aplicado a situações reais, ou a partir do que apareceu nos individuais das participantes. Na prática, um tema que parece muito específico seu costuma estar acontecendo com outras mulheres num nível diferente, e é essa troca que amplia um repertório que você não constrói sozinha.
Esse é um dos primeiros pontos que a gente trabalha. Se você não entrar como compromisso na sua própria agenda, quem vai fazer isso por você?
Ainda assim, a dinâmica foi desenhada pra caber: são 2 coletivos por mês, não semanais, justamente pra aumentar a chance de você conseguir estar ao vivo. Quando não der, todos os encontros ficam gravados e disponíveis durante o seu ciclo. Os individuais são 3 no semestre inteiro. E a biblioteca você consulta no seu tempo, sem tarefa obrigatória: pode entrar pelo tema que mais conversa com o seu momento, e a Carol te indica os conteúdos prioritários a partir da Discovery.
Não existe meio. Os coletivos não seguem uma sequência fixa e a biblioteca fica disponível o tempo todo do seu ciclo.
O trabalho não é técnica de gestão, isso você já tem. É a forma como você opera, e isso costuma ser justamente o que ninguém desenvolveu em quem já lidera há anos.
A Flow não exige cargo de liderança, mas exige senioridade. Você precisa estar num nível que já comporte tomada de decisão, escopo e complexidade, porque é sobre isso que a gente vai trabalhar. Autoliderança, posicionamento e decisão valem antes da cadeira, e na maior parte das vezes são justamente o que constrói o convite pra ela.
Não, e a Move não vende isso. Promoção depende de empresa, contexto, timing e orçamento, e nada disso está sob o controle de ninguém. O que a Flow constrói são as condições que estão sob o seu controle: como você lê a situação, se posiciona, decide e sustenta. Quando essa base existe, a promoção pode virar consequência lógica do que você construiu, em vez de promessa mágica.
Não é terapia, mas é terapêutico. O trabalho é comportamental aplicado ao seu contexto profissional, e sempre chega numa decisão, numa comunicação ou numa ação concreta.
O conteúdo
A Flow não entrega uma trilha fechada, igual pra todo mundo. Ela combina uma base comum de repertório, disponível o tempo todo, com uma leitura individual do seu momento.
Comunicação, posicionamento, decisão, gestão emocional no trabalho, liderança, desenvolvimento de pessoas e movimento de carreira.
CNV, SBI, Feedforward, Tuckman, Management 4.0, Eisenhower, SMART, Data Driven Leadership, BANI e outras. Elas são apoio, nunca o centro do método. A técnica entra depois da leitura da profissional e do contexto:
situação concreta → leitura da pessoa e do contexto → escolha do repertório → aplicação → observação das evidências → recalibragem
O acervo é organizado numa ordem que vai da sua relação com você mesma até o mercado e o reconhecimento.
A porta de entrada
Fundamentos. Funciona como o antigo Encontro 1, mas sem data marcada. É aqui que o vocabulário e a filosofia usados em todas as trilhas se instalam: a filosofia do método, os quatro compromissos e o teste de sabotadores.
Primeiro, você
01. Autoliderança e Identidade. Antes de qualquer estratégia de time, a relação com você mesma. Autoliderança, credibilidade ao mudar de opinião, a diferença entre autoridade e autoritarismo, e a distância entre como você se vê e como o time te vê.
Depois, como você se comunica
02. Comunicação e Influência. Estilos de comunicação e o próprio automático, preparo de conversa difícil, a arte de dizer não com critério, e os 4 pilares da comunicação não violenta.
03. Feedback e Desenvolvimento do Outro. Feedback que desenvolve em vez de só corrigir: SBI, feedforward, a dose certa de emoção e o limite entre líder e terapeuta. Fecha com o PDI como ferramenta viva de acompanhamento.
Seu tempo e sua energia
04. Gestão de Tempo, Energia e Prioridade. Obesidade mental e multitarefa como sabotador, higiene de atenção, time blocking, pomodoro e matriz de Eisenhower, até chegar em ser dona da própria agenda e delegar com estratégia.
Seu time
05. Construção de Time e Cultura. Do controle à facilitação: rituais de liderança, o ciclo de Tuckman, ágil aplicado à liderança, gestão de conflito e o que de fato sustenta um time de alta performance.
06. Desenvolvimento de Pessoas e Liderança Data Driven. Liderar no caos, de VUCA a BANI, e decidir com dados sem perder as pessoas de vista. Termina em storytelling de dados, que é como o número vira decisão compartilhada.
Depois, o mercado
07. Marca Pessoal e Mercado. Marca pessoal fora da bolha da empresa: o perfil que aparece nas buscas, os 4 pilares do SSI na prática e networking com intenção, não por acúmulo de contato.
E por fim, carreira, dinheiro e reconhecimento
08. Carreira, Dinheiro e Reconhecimento. Autorreconhecimento e valorização, a relação com o dinheiro, como negociar o próprio valor e pedir aumento, e a autenticidade como bússola em vez de estratégia de fachada.
O fechamento
Encerramento. Não é conteúdo teórico novo, é o ritual de fechar o ciclo com o mesmo cuidado com que ele foi aberto: o que fica de autoconhecimento, ferramental e rede, e a remediação dos sabotadores que você mapeou no começo.
Investimento
em até 6x sem juros no cartão, ou R$ 3.500 à vista no Pix
Ciclo completo de 6 meses, com os 3 encontros individuais, todos os coletivos que acontecerem durante o seu ciclo, a Biblioteca Viva e o seu Notion individual.
O próximo passo é uma conversa com a Carol pra entender se esse é o momento certo pra você.
Quero começar meu ciclo na Move Flow